Equipe após entrevista com Gabriel Palombo, Thaís Ewerton e Heitor Marques. (Foto: Cecília Perri)

“Era uma chance que não dava para perder!”, diz aluno ao voltar de intercâmbio do Cidadão do Mundo

 Estudantes dividem a bagagem cultural após participar do programa

O “Cidadão do Mundo” sonha, mas acima de tudo, transforma a realidade a sua volta. Sair do lugar onde nasceu para estudar uma nova língua é também compreender melhor a sociedade e valorizar a própria cultura.

“Eu batalhei muito pra conseguir! Não tinha conhecimento básico de língua estrangeira e, talvez, meus pais não pudessem custear uma viagem assim. Era uma chance que não dava para perder!”, afirmou Heitor Marques, em entrevista à equipe do Interação Ciência. O participante do programa de intercâmbio lembrou que a oportunidade ofereceu, além do curso de imersão, uma bolsa de auxílio financeiro durante os 3 meses de estadia no exterior.

Ao voltar para casa, os participantes apresentam produção escrita sobre a experiência para a instituição financiadora e também aplicam os conhecimentos adquiridos da forma que acharem mais interessante. Para Fábio Miranda, cidadão da 1ª edição, que nasceu no município de Nova Iorque-MA, o melhor caminho para retribuir o investimento, em sua formação pessoal e acadêmica, foi ensinar espanhol (idioma escolhido) aos alunos da sua cidade natal. Um exemplo para os jovens que sonham, descobrirem que também podem realizar.

Neste ano, o programa contemplou 80 alunos da rede pública de ensino, que devem seguir viagem para o destino escolhido (África do Sul, Espanha, Estados Unidos ou Canadá), no segundo semestre de 2017.

 

Fonte: Monalisa Coelho

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